Rio 2016

Tênis de mesa paralímpico fecha lista com 17 classificados para os jogos

Os atletas brasileiros do tênis de mesa paralímpico saíram do Pan com 10 vagas no ano passado.
Vinícius Lisboa / Agência Brasil23/03/2016 às 15h39

RIO DE JANEIRO - A seleção que defenderá o Brasil no tênis de mesa durante os Jogos Paralímpicos deste ano, no Rio, é formada por 17 atletas. A equipe foi anunciada nessa terça-feira (22) pela confederação nacional do esporte, informou o Comitê Paralímpico Brasileiro. Mais quatro nomes foram anunciados nessa terça-feira e se somam aos 13 que já estavam garantidos na competição.

Os novos nomes incluídos na delegação foram Thaís Severo e Jennyfer Parinos, no feminino, e Guilherme Costa e Diego Moreira, no masculino. No último dia 16, a Federação Internacional de Tênis de Mesa Paralímpico divulgou a lista final do ranking internacional. Os quatro atletas, que haviam conquistado medalhas no Pan-Americano de Toronto (Canadá), no ano passado, foram incluídos.

Os atletas brasileiros do tênis de mesa paralímpico saíram do Pan com 10 vagas no ano passado, cada uma obtida com uma medalha de ouro individual – o melhor desempenho do Brasil na história da competição. Além das 10 vitórias, mais cinco medalhas de ouro foram conquistadas na competição por equipes e o total de pódios do Brasil chegou a 31.

Garantiram-se em Toronto: Aloísio Lima (10º colocado no ranking mundial da Classe 1); Iranildo Espíndola (15º na Classe 2); Catia Oliveira (6ª na Classe 2); David Freitas (27º na Classe 3); Joyce Oliveira (9ª na Classe 4); Claudiomiro Segatto (15º na Classe 5); Paulo Salmin (15º na Classe 7); Luis Filipe Manara (23º na Classe 8); Danielle Rauen (9ª na Classe 9) e Carlos Carbinatti (18º na Classe 10).

Até o fim do ano passado, mais três atletas conseguiram se classificar para os jogos: Bruna Alexandre (3ª na Classe 10), Welder Knaf (9º na Classe 3) e Israel Stroh (13º na Classe 7).

No tênis de mesa paralímpico, os atletas são divididos em 10 classes: de 1 a 5 são os cadeirantes; de 6 a 10, os andantes. Quanto maior for o número da classe (até 5 ou até 10), menos severa é a deficiência do atleta.

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