Mercado da bola

Andrés acha que Pato tem mercado e cita o futebol chinês como alternativa

Com o fim do seu empréstimo para o São Paulo, atacante aguarda definição do seu futuro.
Gazeta Esportiva21/12/2015 às 13h15

SÃO PAULO - Andrés Sanchez ainda não perdeu as esperanças de recuperar os R$ 40 milhões – sem contabilizar os salários – que o Corinthians investiu em Alexandre Pato. Com o fim do seu empréstimo para o São Paulo, o atacante passeia pela Europa enquanto aguarda a definição do seu futuro.

“Esperamos vendê-lo. Ele tem mercado, e existe muita especulação. Vamos aguardar para ver”, comentou Andrés, citando até um país menos atraente, mas que possui clubes com alto poder aquisitivo, como uma alternativa profissional para Pato. “É um jogador que está valorizado fora do Brasil, e a China vem batendo nas portas de todo o mundo. Alguma coisa boa virá para ele e para o clube.”

O futebol chinês já tirou um jogador do Corinthians – justamente aquele que reforçou o clube na troca com o São Paulo por Alexandre Pato. Em alta após ser campeão brasileiro, o meia Jadson quadruplicou os seus vencimentos ao acertar com o Tianjin Quanjian, time do técnico Vanderlei Luxemburgo.

Pato, no entanto, prioriza o mais competitivo futebol europeu. O atacante que fez sucesso no Milan, da Itália, já avisou mais de uma vez que não encerrou o seu ciclo no Velho Continente e aproveitou as férias para matar as saudades de lá. “Ganhando 800 paus por mês, o cara por ir para a Europa passear, namorar, com tranquilidade”, ironizou Andrés Sanchez, rindo.

Para não desvalorizar um atleta corintiano, porém, o deputado federal recuou e insistiu no discurso de que não há problemas em reintegrá-lo ao elenco chefiado por Tite. “Se não for vendido, ele vai se apresentar no dia 6. Se não se apresentar, será multado. Então, vai se apresentar”, garantiu, antes de zombar da possibilidade de Alexandre Pato voltar a defender o São Paulo. “É impossível. A não ser que a gente faça um carnezinho de € 20 milhões (mais de R$ 84 milhões) para eles pagarem. Parcelamos em dois, três anos, sem problemas. É óbvio que, pela situação financeira do Brasil como um todo, não dá.”

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