PH Revista: Débora Marques e a Energia da Matéria
E mais: Luiz Eduardo colou grau em Administração
A eleição e o jornalismo
A cobertura de eleições é um dos momentos mais desafiadores e nobres do jornalismo. Os princípios fundadores do ofício estão a cada instante colocados à prova. Como esse período está prestes a começar de forma mais intensa, osque formam o Grupo Mirante reafirmam ao público os compromissos do nosso jornalismo, voltado a oferecer a melhor e mais transparente informação possível aos maranhenses.
O aspecto desafiador da cobertura se deve aos cuidados redobrados dos profissionais. Os nervos estão à flor da pele e os pilares da atividade, como a imparcialidade e o equilíbrio, são ainda mais necessários e objeto de atenção do público, das candidaturas e da Justiça Eleitoral.
Mas é dever da imprensa informar os acontecimentos e, não raro, os fatos desagradam um ou outro lado. Exercer o jornalismo em dias de ânimos tão exacerbados exige firmeza e reflexão constante para cumprir a missão de relatar com objetividade e independência.]
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O caráter nobre da cobertura passa pela relevância da decisão a ser tomada pelos eleitores. Está em jogo o destino do Estado e do país. Trata-se de uma escolha que precisa ser consciente e livre.
O jornalismo presta um serviço essencial à sociedade e à democracia, por oferecer o insumo basilar para que cada leitor, ouvinte e telespectador possa decidir o voto a partir de informações apuradas e checadas com rigor.
Isso inclui dedicação para desmentir inverdades e distorções com potencial de prejudicar o juízo dos eleitores. A disseminação de ferramentas de inteligência artificial (IA) realça a importância dessa tarefa.
O jornalismo do Grupo Mirante terá como eixo contribuir para um voto lúcido, embasado em informações publicadas de maneira criteriosa.
A prioridade é abrir espaços para a apresentação e a discussão de planos de governo, propostas legislativas e o confronto de ideias.
Milei não é a Argentina
Esta coluna faz coro com a opinião de Marcelo Rech. Ou seja: por mais que brios e convicções possam ser feridos por grosserias ou desmandos de chefes de Estados alheios, resumir nações por suas lideranças políticas é um dos estereótipos mais injustos com outros povos.
Em sua persona pública, Javier Milei incorpora o tipo bufão e mal-educado, mas ele não é a Argentina, como Donald Trump não são os EUA, Benjamin Netanyahu não é Israel, Vladimir Putin não é a Rússia ou Lula e Bolsonaro não são o Brasil.
Estereótipos são economia de pensamento, o que também pode ser considerado ignorância ou desinteresse por conhecer mais a fundo uma situação antes de proclamar um julgamento baseado em aparências.
Em resumo, é mais fácil tacar um carimbo na testa de povos longínquos do que perscrutar as diversidades e complexidades de qualquer sociedade.
DE RELANCE
Luiz Eduardo colou grau em Administração
Em cerimônia especial, na UNDB, o jovem Luiz Eduardo Sereno Fernandes colou grau em Administração, com a presença de seus familiares e amigos mais próximos.
O ato foi comemorado com um coquetel de quitutes deliciosos.
Luiz Eduardo antecipou a formatura para poder viajar a tempo de fazer um curso de extensão nos Estados Unidos, para onde viaja nesta semana.
Para escrever na pedra:
“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim, terás o que colher”. Da poeta Cora Coralina.
TRIVIAL VARIADO
Quebrando o Brasil? : De acordo com informações divulgadas pela Gazeta do Povo, a dívida pública federal alcançou R$ 9,268 trilhões em junho, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. O estoque avançou 2,61% em relação ao mês anterior, impulsionado principalmente pela emissão de novos títulos públicos e pela incorporação de juros à dívida.
Pode falar: Plataforma oferece acolhimento, escuta qualificada e orientação para jovens está disponível no app Meu SUS Digital.
Conta de luz: Bandeira tarifária continuará amarela em agosto. Manutenção reflete condições menos favoráveis de geração de energia.
Prejuízos: Dados atualizados no último dia 24, no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD) apontam que em julho, o El Niño causou prejuízos que somaram R$ 3,5 bilhões. Até o momento, cerca de 200 municípios foram atingidos por problemas relacionados à mudança climática.
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