Homicídio

Homem que matou a esposa com 32 facadas vai a júri popular

Rony Carlos, especial para o Imirante.com05/06/2014 às 17h42

CURURUPU - Na manhã desta sexta-feira (6), será levado a júri popular, Luís Carlos Silva Costa, de 44 anos, acusado de matar a própria esposa, Diana de Fátima Costa, com 32 facadas, em Cururupu, a 465 quilômetros de São Luis. O júri que será presidido pelo Juiz Celso Serfim Júnior, acontecerá no auditório da Secretaria Municipal de Saúde de Cururupu.

O crime chocou a cidade de Cururupu e revoltou toda a região da baixada maranhense. Diana era muito querida por todos e trabalhava com enfermeira no Hospital Municipal Chaves Silva.

O crime aconteceu na noite do dia 08 de fevereiro de 2005. O acusado ao saber que Diana havia passado o dia fora de casa ficou enfurecido e tomado pelo ciúme passou a agredir a vítima. Transtornado Luis Carlos depois de amarrar a vítima desferiu 32 facadas e tentou ocultar o corpo embaixo da cama. Apos o homicídio, Luis Carlos fugiu com a filha que tem com a vítima para a cidade de São Luis.

No dia 10 de fevereiro do mesmo ano, ele se apresentou na Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI). Preso, Luis Carlos foi reconduzido à Delegacia de Policia de Cururupu de onde fugiu no dia 31 de agosto de 2005. Foragido, Luis Carlos permaneceu até o dia 23 de fevereiro de 2014. Ele foi Recapturado em Ananindeua do Pará.

Investigadores da Policia Civil de Cururupu, com o apoio de policiais da Superintendência de Policia Civil do Interior (SPCI) foram enviados ao estado do Pará e fizeram a transferência do acusado até a cidade de Cururupu onde será julgado.

Para o Promotor de Justiça da Comarca de Cururupu, Francisco de Assis Silva Filho, as provas contra Luis Carlos são ricas em detalhes o que certamente resultará em condenação do réu. “O processo que foi instruído para apurar esse está cheio de provas contundentes e com certeza se os jurados primar pela legalidade, primar pelo julgamento segundo as provas concretiza ele será condenado no homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. Trancado em um quarto marido e mulher. Ele armado não tinha como ela se defender. Aí então aconteceu a morte.” Disse o Promotor de Justiça.

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