Tribunal do Júri

Homens são condenados por homicídio em Cantanhede

Ambos foram considerados culpados pelo conselho de sentença, sendo condenados às penas de 12 anos e 6 anos de reclusão.
Divulgação/CGJ-MA16/07/2019 às 17h38
Homens são condenados por homicídio em CantanhedeFoto: Divulgação

CANTANHEDE - O juiz Paulo do Nascimento Júnior, titular de Cantanhede, presidiu nesta segunda-feira (15) duas sessões do Tribunal do Júri na comarca. Foram julgados Rogério da Conceição Santos e Geovane da Silva Rego, acusados de prática de homicídio. Rogério estava sendo acusado de ter matado a vítima Adeilson Braga, e Geovane estava sendo acusado da morte de Antônio Evandro Gomes dos Santos. Ambos foram considerados culpados pelo conselho de sentença, sendo condenados às penas de 12 anos e 6 anos de reclusão, respectivamente.

No primeiro caso, Rogério da Conceição Santos estava sendo acusado de ter matado, em fevereiro de 2018, a vítima Adeilson Braga. Relata a denúncia que o crime ocorreu durante uma festa no Clube da URCA, quando réu e vítima se desentenderam e Rogerinho, como era conhecido, teria disparado duas vezes contra Adeilson. Ato contínuo, um homem identificado como Jefferson Costa Lima tentou impedir que Rogerinho fugisse do local do crime, momento em que Jefferson tomou a arma do acusado e disparou, não acertando Rogerinho.

A denúncia destaca que Rogério da Conceição foi preso quando estava em casa, tendo confessado o delito em depoimento na polícia. No outro júri, o réu Geovane da Silva Rego estava sendo acusado de ter matado Antônio Evandro Gomes dos Santos, em agosto de 2013. De acordo com a denúncia, o acusado, conhecido pelo apelido de Jeca, teria matado Evandro com vários golpes de faca, em uma confusão que começou por causa do sumiço de um celular.

Antônio Evandro estava na porta de casa, acompanhado da esposa e da cunhada, quando chegaram Geovane e um homem identificado como Diamaceno. Eles estavam atrás de um celular que havia sumido e que, supostamente, estaria com a Evandro ou alguém próximo a ele. O celular seria do homem identificado como Diamaceno.

Atuaram nas sessões o magistrado, como presidente, e o promotor de Justiça Rodrigo Alves Cantanhede.


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