Direitos humanos

Damares: morte de negro em supermercado causa indignação e revolta

Damares Alves é ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Andreia Verdélio/Agência Brasil

Atualizada em 27/03/2022 às 11h05
As imagens são chocantes e nos causaram indignação e revolta”, escreveu a ministra em publicação nas redes sociais.
As imagens são chocantes e nos causaram indignação e revolta”, escreveu a ministra em publicação nas redes sociais. ( Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

BRASÍLIA - A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, lamentou nesta sexta-feira (20) a morte de um homem negro que foi espancado em um supermercado de Porto Alegre (RS), na noite dessa quinta (19), véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado nesta sexta-feira (20). “A vida de mais um brasileiro foi brutalmente ceifada no estacionamento de um supermercado, no Rio Grande do Sul. As imagens são chocantes e nos causaram indignação e revolta”, escreveu a ministra em publicação nas redes sociais.

De acordo com ela, o ministério está formulando uma política de direitos humanos das vítimas de crimes. “Nós do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos estamos trabalhando para que nenhum pai de família, ou quem quer que seja, passe por situação semelhante”, destacou. “Chega de violência, chega de tanta barbárie. Temos muito trabalho pela frente para mudar essa realidade no país”, acrescentou.

O caso aconteceu quando a vítima, identificada como João Alberto Silveira Freitas, teria discutido com a caixa do estabelecimento. Ele foi conduzido pelo segurança da loja até o estacionamento, onde começou o espancamento. Um policial militar temporário fora de serviço (exerce apenas atividades administrativas e de guarda) também participou das agressões. Os dois foram presos em flagrante e podem ser enquadrados no crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar.

Pelas redes sociais, Damares também se solidarizou com a família de João Alberto e colocou o ministério à disposição “para prestar toda assistência necessária”. “Sintam-se abraçados por nós”, escreveu. Ela ainda aproveitou para parabenizar a polícia gaúcha pela “rápida resposta e prisão dos responsáveis”.

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