Orientações

Segunda parcela do 13º: veja quatro erros comuns ao usar o valor

A chegada da quantia extra coincide com o aumento de gastos típicos de final de ano.
Divulgação/Abefin19/12/2017 às 15h24
Segunda parcela do 13º: veja quatro erros comuns ao usar o valorCom a quantia na conta, muitas pessoas “se empolgam”, fazem compras por impulso e acabar se endividando. (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO - Deve ser paga até esta quarta-feira (20) a segunda parcela do 13º salário. No geral, serão 48,1 milhões de trabalhadores beneficiados, segundo o Ministério do Trabalho. Reinaldo Domingos, que é doutor em Educação Financeira e presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), apresenta quatro erros comuns ao usar o valor e como evitá-los. Veja:

1- Gastar sem pensar

A chegada da quantia extra coincide com o aumento de gastos típicos de final de ano, como troca de presentes, ceia de Natal e férias. Antes de ir às compras, é importante traçar um planejamento de gastos e considerar o que pode comprar sem se endividar. Lembre também das despesas típicas de início de ano, como material escolar, IPTU e IPVA.

2- Não pagar dívidas

Quem estiver inadimplente, ou seja, com contas em atraso, é válido usar o valor para sair dessa situação. Mas antes de ir pagando as dívidas, analise todas. Procure saber valor total, juros, prazos, enfim, reúna todas as informações possíveis.

A partir daí, tente renegociar esses valores com o credor e então veja a possibilidade de usar o 13º para quitar uma dívida e resolver o problema. Busque também educação financeira, pois os compromissos financeiros devem caber no orçamento mensal.

3- Comprar parcelado

Com a quantia na conta, muitas pessoas “se empolgam”, fazem compras por impulso e acabar se endividando. O risco de cair no desequilíbrio financeiro está especialmente em assumir parcelamentos, comprometendo o orçamento mensal dos próximos meses de forma desordenada, e não ter condições de pagar.

4- Não investir

É importante guardar e investir parte do 13º salário para formar uma reserva financeira para o futuro e também para realizar sonhos. Estabeleça objetivos de curto prazo (a serem realizados em até um ano), médio prazo (de um a dez anos) e longo prazo (acima de dez anos) e poupe para cada um deles.

Para os sonhos de curto prazo, é válido investir na poupança e em títulos do Tesouro Direto. Já para os de médio prazo, considere os Fundos de Investimentos além dos títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs. Para o sonho de longo prazo, considere a previdência privada.

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