Em Barra do Corda

Vaqueiro preso pela morte de “Nenzin” é acusado de mandar matar três pessoas

Luzivan Rodrigues da Conceição é acusado de mandar matar duas mulheres e um homem em Barra do Corda.
Imirante.com13/12/2018 às 18h00
Luzivan Rodrigues da Conceição, conhecido como "Luizão". / Foto: Divulgação.

BARRA DO CORDA – Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil cumpriu dois mandados de prisão em desfavor de Luzivan Rodrigues da Conceição, conhecido como "Luizão", que é vaqueiro e já foi preso acusado de participar da morte do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, conhecido como “Nenzin”.

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Um dos mandados é decorrente de indícios de ter sido Luizão o responsável pelo assassinato de seu ex genro Francisco Murilo Martins da Silva, no dia 26 de novembro de 2016.

Segundo a polícia, Luizão contratou dois pistoleiros para executarem Murilo e a mãe dele, Maria de Fátima, tendo dado como pagamento uma Honda Bros ano 2013 por essas duas mortes. Maria de Fátima, 73 anos, conseguiu escapar da morte porque fugiu para outro Estado logo após a execução de seu filho.

Luzivan Rodrigues ainda teve sua prisão decreta pela Justiça de Barra do Corda, acusado de ser responsável pelo assassinato que chocou o povoado Naru pela crueldade empregada na execução. O crime teve como vítima Carlos de Sousa Lima, conhecido como “Carlinhos”.

Carlos de Sousa foi assassinado com um tiro e 34 facadas, por fim, teve sua orelha decepada pelo criminoso. Segundo a polícia, Luizão cobrou $ 2 mil de Francisco Erisvan Almeida Pereira (pessoas que encomendou o crime) para assassinar Carlos de Sousa Lima.

O terceiro mandado de prisão cumprido nesta quinta foi contra Francisco Erisvan. Sua prisão foi representada pela Polícia Civil em razão de ser apontado como mandante do assassinato de Carlos de Sousa.

Francisco Erisvan Almeida Pereira acusado de mandar matar Carlos de Sousa Lima. / Foto: Divulgação.

Outra investigação

A Polícia Civil investiga, ainda, a participação de Luizão na execução de Iolanda Pereira de Sousa, assassinada em 28 de fevereiro de 2017. A mesma trabalhava vendendo comida durante as comemorações do Carnaval de 2017 e, ao chegar em casa de madrugada, foi assassinada com três tiros por pistoleiros contratados por Luizão.

De acordo com a polícia, os pistoleiros que executaram Iolanda Pereira foram os mesmos que assassinaram o genro de Luizão, Francisco Murilo Martins da Silva. Consta na investigação que, como os pistoleiros receberam a moto de Luizão para também matarem Maria de Fátima e não fizeram o serviço, Luzivan Rodrigues determinou aos mesmos que executassem Iolanda para saldar o “débito de morte” que estes tinha com ele.

Iolanda Pereira era mulher de Renato, também assassinado um tempo antes da mesma. A Polícia Civil investiga, agora, se a morte de Iolanda tem ligação com o assassinato de seu marido Renato.

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