UFMA de Bacabal

"Campus está jogado aos cururus", denuncia estudante da UFMA de Bacabal

Estudante denunciou problemas em campus da universidade nas redes sociais.
Imirante.com09/11/2015 às 12h00

BACABAL - Usando as redes sociais, alunos da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em Bacabal, a 240 km de São Luís denunciam a falta de infraestrutura do campus. Nesse fim de semana, o estudante do curso de sociologia, Wherlyshe Morais, publicou em sua página no Facebook várias fotos que mostram lugares sujos dentro do campus, obras aparentemente inacabadas e o restaurante universitário que, segundo os alunos, não está funcionando. Outros usuários da rede comentaram a publicação apoiando a reclamação.

"O campus está entregue aos cururus, o prédio principal que é novo está se deteriorando por falta de manutenção, nem as secretárias escapam, o ar da biblioteca não funciona, o sistema de abastecimento de água não existe, sistema elétrico todo comprometido, falta de professores, sem restaurante universitário, somos desassistidos pela administração superior da UFMA, que pensa que apenas o campus do Bacanga (em São Luís) é UFMA", reclama o estudante, que afirma que desde que o campus foi inaugurado, em 2010, o restaurante universitário nunca funcionou como deveria.

Os prédios com reformas lentas ou, supostamente, paradas, também, fazem parte das reclamações dos alunos. "Existem dois projetos de cursos de alternância, o Pronera e ProCampo, mas as condições em que estão vivendo lá são desumanas, falta de respeito com o ser humano. O prédio do alojamento está em reforma a meses (detalhe, a placa não tem o nome da empresa responsável e nem nome do engenheiro responsável)", publicou Wherlyshe no Facebook.

O estudante afirma que, nos últimos anos, várias reuniões com a direção da UFMA já foram marcadas, inclusive uma denúncia formal chegou a ser feita ao Ministério Público Federal, mas "o máximo que conseguimos foi a retomada da obra do RU, mas já ela parou novamente", lamenta.

O Imirante.com entrou em contato com a UFMA na manhã desta segunda-feira (9), mas, até o momento, a instituição não se pronunciou.

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