PAULINO NEVES
Crime sem solução

Suspeito de estuprar e matar jovem em Paulino Neves ainda não foi preso

  •  
  •  

O corpo da menina, de 18 anos, foi encontrado pela mãe próximo à casa da vítima.

0
Quem está à frente do caso é o delegado Rubens Sergio.
Quem está à frente do caso é o delegado Rubens Sergio. - Foto: Reprodução

PAULINO NEVES – Um crime brutal chocou a população da cidade de Paulino Neves, no último dia 1º de janeiro. Uma jovem, de 18 anos, foi estuprada e cruelmente assassinada. O corpo da menina foi encontrado pela própria mãe, bem próximo à casa da vítima.

Identificada como Adriana Reis Araújo, a vítima foi encontrada com o rosto desfigurado, marcas de estrangulamento no pescoço e marcas de violência sexual.

Segundo a mãe da jovem, a filha havia saído para uma festa e estava demorando para voltar para casa. Ao sair em busca da filha, a mãe relatou que encontrou primeiro uma pulseira e logo em seguida uma poça de sangue e o corpo da jovem, em um terreno baldio próximo à sua casa.

Até o momento, nenhum suspeito de ter cometido o crime foi localizado. De acordo com a SSP, o caso encontra-se sob investigações. Quem está à frente do caso é o delegado Rubens Sergio, que inclusive mantive contato agora com o delegado Agnaldo Timóteo da Superintendência do Interior e disse que ainda nesta sexta-feira (6), uma equipe da SPCI estará se deslocando para Paulino Neves para dar apoio nas investigações.

Um protesto foi realizado na cidade, na manhã desta sexta-feira (6) em solidariedade à família da vítima e para pedir justiça. Os manifestantes estão inconformados com a impunidade do suspeito e demora na resolução do caso pela polícia.

Leia outras notícias em imirante.com. Siga, também, o Imirante no Twitter, Instagram, Snapchat, curta nossa página no Facebook e se inscreva no nosso canal no YouTube. Envie informações à Redação do Portal por meio do WhatsApp pelo telefone (98) 99209 2383.

plantão i

    enquete

    VOTE QUANTAS VEZES QUISER!

    O que você acha necessário para reduzir os índices de criminalidade?

    PARTICIPAR VER PARCIAL

    redes sociais