Política | Governo Flávio Dino

Morte de médico expõe corrupção do governo em nível nacional

Repercussão do caso envolvendo Mariano de Castro – e a corrupção revelada por ele no governo comunista – ganha as manchetes dos principais veículos de imprensa do país
Marco Aurélio D''Eça - Editor de Política16/04/2018
Morte de Mariano de Sousa tem repercussão nacional (arquivo)

SÃO LUÍS - Todos os grandes jornais, as principais emissoras de TV e as rádios de todo o país tiveram com um dos principais assuntos do fim de semana a morte do médico Mariano de Castro e Silva. Encontrado morto em seu apartamento, em Teresina (PI) – quatro dias após divulgação de uma carta escrita de próprio punho, com várias denúncias contra o governo Flávio Dino (PCdoB) – o médico era uma espécie de arquivo da corrupção comunista no Maranhão.

Apesar de a polícia admitir a provável hipótese de suicídio, os grandes veículos de comunicação levantam suspeitas, sobretudo para as causas que podem ter levado à morte do médico. E as revelações de corrupção no governo Flávio Dino são relacionadas diretamente ao caso.

“No estado [do Maranhão] e em Teresina, onde o médico vivia, muitos acham que foi ‘queima de arquivo’”, escreveu o jornalista Cláudio Humberto, do site Diário do Poder, de Brasília. A notícia foi capa também do G1, do R7 dos portais de todos os jornais.

A morte de Mariano de Castro também deve ganhar a tribuna da Câmara Federal – e até do Senado – a partir desta segunda-feira, 16. Vários parlamentares maranhenses pretendem subir à tribuna para denunciar o que chamam de corrupção endêmica no governo comunista de Flávio Dino.

O deputado federal Hildo Rocha (MDB) lembra que a morte de Mariano é mais uma na estatística criminal do governo Dino desde o seu início. “São mortes claramente criminosas, como a do mecânico Irialdo Batalha, em Vitória do Mearim, ou como a do empresário enjaulado em Barra do Corda. Mas há outras, sem participação direta, mas com as digitais do governo comunista”, lembra o parlamentar.

Deputados e senadores maranhenses pretendem ir pessoalmente ao ministro da Justiça, Galdêncio Torquato, pedir a participação imediata da Polícia Federal neste caso.

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