Apresentação

Com nome de craque, novo lateral é apresentado no Santos

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Apresentado no Peixe, Romário elogia Jair Ventura e evita comparações com Zeca

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O lateral Romário foi apresentado na tarde de ontem, no Santos
O lateral Romário foi apresentado na tarde de ontem, no Santos (Foto: Divulgação)

Santos

Romário vestiu a camisa do Santos na tarde de ontem em uma sala de imprensa lotada no CT Rei Pelé. Mas não se engane com o velho baixinho. Este é lateral-esquerdo, ostenta o número três nas costas a partir de agora e não tem muita intimidade com o gol.
“Não vai faltar entrega. Meus pontos fortes são: marcação, força física e um bom passe. Lá em casa é complicado, meu pai pega no meu pé. Não tenho um histórico muito grande de gols, meu último foi em 2016, de pênalti, pelo Atlético-GO”, lembrou o jogador em sua primeira entrevista coletiva no Peixe.
Filho de Ronaldo e sobrinho de Rivaldo, parentes que também carregam nomes de craques do futebol brasileiros, Romário chamou atenção pelo jeitão de responder as questões dos jornalistas. O estilo de Pelé, sempre falando de si na terceira pessoa, não passou despercebido. E foi dessa forma que o reforço avisou que não quer comparações com Zeca, seu antecessor na posição.
“Em questão do número da camisa fico feliz, mas número não quer dizer titularidade. A responsabilidade vem independentemente da numeração. O Romário está chegando agora e buscando seu espaço. Ainda é cedo para dizer sobre a titularidade. Sobre substituir o Zeca, independentemente de como ele saiu, ele se tornou ídolo. Eu cheguei para fazer a minha história. Que eu possa ser feliz aqui”.
Com contrato até 2002, o atleta de 25 anos, que teve passagens por Porto-POR, Atlético-GO e Ceará, equipe que ajudou a conquistar o acesso à Série A na última temporada, é muito amigo de Matheus Ribeiro, seu ex-companheiro no Dragão de Goiás e que está de saída do Santos depois de não render o que se esperava dele.
“O Matheus é um amigo que fiz no futebol. Tenho muito carinho e respeito. Me deu muitos conselhos sobre o Santos e vou levar comigo para o resto da vida. Ele é mais novo que eu, mas já tem essa experiência. Futebol é uma caixinha de surpresa, às vezes as coisas não acontecem”, avaliou.
Torcedor assumido do XIII da Paraíba por influência da família, Romário é de Diadema, conhece bem a Baixada Santista e não escondeu que a proximidade da família pesou na sua escolha. Agora, é entrar em campo e buscar pelo menos parte do sucesso daquele que motivou seu pai antes de batizá-lo.
“Meu pai era muito fã do Romário. Ele fez sucesso em 94, eu nasci em 92, mas meu pai é muito fã. Ele até brincou comigo que ele quase teve que brigar com minha mãe para eu ter esse nome”, revelou, aos risos.l

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