Ameaça

Itália expulsou 100 pessoas por extremismo religioso em 2017

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Desde 2015, 232 pessoas já foram forçadas a sair do país por esse motivo, segundo Ministério do Interior; ontem dois albaneses foram expulsos por conexões com grupos que promoviam jihad e tráfico humano

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Itália expulsou 100 pessoas  por extremismo religioso em 2017

ROMA - A Itália expulsou em 2017 cem pessoas ligadas com o extremismo religioso, os últimos dois deles jovens albaneses acusados de representar risco para a segurança do país, informou ontem o Ministério do Interior.

Desde o dia 1º de janeiro de 2015, as pessoas expulsas por esse motivo seriam 232, segundo o governo italiano.

Deixaram o país ontem dois cidadãos albaneses, de 23 e 24 anos, que estavam em Bari, no sul da Itália.

O primeiro tinha "estreitos contatos" com um compatriota envolvido em atividades relacionadas com a imigração ilegal e que tinha "significativas conexões" com um grupo salafista.

Ele foi descoberto pela Polícia da Itália quando os agentes investigavam um suposto combatente estrangeiro do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) no país.

O jovem estava divulgando publicações contra o Ocidente através do Facebook e também participou de um grupo no aplicativo "WhatsApp" que promovia a jihad.

Ele mantinha contato próximo com o outro albanês expulso, de 23 anos. O segundo jovem tinha proximidade com um grupo de seu país do origem que participava de tráfico humano.

Além disso, ele segurava uma pistola em sua foto de perfil no Facebook.

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