Vida

Segundo IBGE, Maranhão tem expectativa de vida mais baixa do Brasil

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Pesquisa também aponta Maranhão como um dos Estados com maiores taxas de mortalidade infantil em todo o país.

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Foto: Divulgação

Enquanto Santa Catarina concentra a maior expectativa de vida do país, com 79,1 anos, o Maranhão acumula uma média de 70,6 anos. Com esse índice, mensurado por uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado figura como o de menor expectativa de vida em relação às outras Unidades da Federação.

Uma pessoa idosa que completasse 65 anos em 2016 teria a maior expectativa de vida (20,1 anos) no Espírito Santo. Por outro lado, em Rondônia, uma pessoa que completasse 65 anos em 2016 teria expectativa de vida de mais 15,9 anos. Considerando-se a diferença por sexo, a população idosa masculina capixaba teria mais 18,2 anos e a feminina, mais 21,8 anos. Entre as menores expectativas, estão os homens idosos do Piauí, com mais 14,6 anos, e as mulheres de Rondônia, com mais 17,1 anos.

Taxa de natalidade também é uma das menores

Entre as Unidades da Federação, a menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Espírito Santo, 8,8 óbitos para cada mil nascidos vivos. A maior ocorreu no Amapá, 23,2 por mil. Os outros dois estados com taxas de mortalidade infantil na faixa dos 20 por mil foram Maranhão (21,3) e Rondônia (20,0).

A maior esperança de vida ao nascer entre as Unidades da Federação foi em Santa Catarina, 79,1 anos, seguida por Espírito Santo, Distrito Federal e São Paulo, todos com valores acima de 78,0 anos. Completam a lista de estados com expectativa de vida acima da média nacional Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. Já a menor expectativa de vida foi encontrada no Maranhão (70,6 anos). Piauí, Rondônia, Roraima, Alagoas e Amazonas também apresentaram expectativas de vida abaixo de 72,0 anos.

Considerando a diferença entre expectativas de vida por sexo nos estados, as maiores diferenças se encontram nos estados do Nordeste, no Pará e Espírito Santo.

Uma pessoa idosa que completasse 65 anos em 2016 teria a maior expectativa de vida (20,1 anos) no Espírito Santo. Por outro lado, em Rondônia, uma pessoa que completasse 65 anos em 2016 teria expectativa de vida de mais 15,9 anos. Considerando-se a diferença por sexo, a população idosa masculina capixaba teria mais 18,2 anos e a feminina, mais 21,8 anos. Entre as menores expectativas, estão os homens idosos do Piauí, com mais 14,6 anos, e as mulheres de Rondônia, com mais 17,1 anos.

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