Saúde animal

Pulgas e carrapatos: saiba como melhor prevenir e controlar

  •  

Especialistas alertam que, se o parasita é encontrado no cachorro ou gato, a infestação no ambiente é muito maior; hoje está cada vez mais fácil combater estes insetos, com a variedade de produtos disponíveis

0
Cuidados com animais devem ser constantes para prevenir infestação
Cuidados com animais devem ser constantes para prevenir infestação (Foto: Divulgação)

Presentes tanto nas cidades quanto no campo, as pulgas e os carrapatos não causam apenas incômodo aos cães e gatos. Suas picadas podem provocar verminoses, anemias, dermatite alérgica e sérias doenças que podem levá-los inclusive à morte.

E quem tem animais de estimação em casa sabe a importância de mantê-los sempre limpos para evitar o aumento do surgimento desses insetos. Vale lembrar que apenas 5% das pulgas ficam no animal, as 95% estão no ambiente por onde ele circula, afirmam especialistas.

Assim, para cada carrapato ou pulga encontrados no cão, é muito maior a quantidade destes bichos indesejáveis, presentes no ambiente. Em caso de ambiente infestado, a recomendação é dedetizá-lo duas vezes com intervalo de três ou quatro semanas.

Quanto ao carrapato, é preciso cuidá-lo ao retirá-lo, se for arrancado de forma incorreta, o abdome dele pode se romper e os ovos se disseminarem, aumentando a infestação em alguns dias.

Hoje está cada vez mais fácil combater estes parasitas, com a variedade disponível de produtos no mercado, sejam eles de uso tópico ou em comprimidos, que protegem os cães por um tempo determinado. Em lojas especializadas, como a Terra Zoo, existe uma grande variedade de marcas tanto para combater carrapatos ou pulgas nos cães, quanto para pulverizar os ambientes contra estes parasitas indesejáveis.

Prevenção

O mais indicado é prevenir as infestações destes parasitas com aplicação periódica de produtos disponíveis para eliminá-los, não importando a época do ano, lembra Ronan Weber, gerente do setor pet da Terra Zoo. “Como há produtos bem variados, como coleira, spray, pipetas e de uso oral, o ideal é que o veterinário indique a melhor opção para cada caso”, acrescenta Ronan.

Fatores como tomar muitos banhos, ter contato com grama ou viver em apartamento podem influenciar na escolha do mais recomendado e na frequência de sua aplicação.

Detecção

É importante inspecionar frequentemente o cão ou gato. Cada interação feita com ele é uma oportunidade para detectar se há presença de pulgas ou carrapatos. Caso o animal esteja se coçando, o exame deve ser mais minucioso.

“A região mais acometida por picadas de pulgas é a lombo sacra (pouco antes da cauda), porém em grandes infestações podemos encontrar rastros de ectoparasitas por todo corpo”, explica.

“Já os carrapatos se fixam mais nas extremidades, como nas orelhas e patas, principalmente a região entre os dedos, que devem ser regularmente inspecionados”.

Tratamento

Em caso de infestação por pulgas e carrapatos, os banhos com produtos adequados ajudam a eliminá-los. São parte fundamental no tratamento, além de diminuírem a carga desses parasitas, durante o banho é facilitada a visualização tanto dos parasitas, quanto das feridas causadas pelas picadas.

O tratamento é complementado com uso de um antipulgas e anticarrapatos e com a eliminação dos parasitas no ambiente onde o animal vive.

Leia mais notícias em OEstadoMA.com e siga nossas páginas no Facebook, no Twitter e no Instagram. Envie informações à Redação do Jornal de O Estado por WhatsApp pelo telefone (98) 99209 2564.